Qua, 03 de Abril de 2019 11:11

Trabalho Interdisciplinar 2019 - 2º EM

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Libras - a língua que se vê

LIBRAS é a sigla de Língua Brasileira de Sinais, um conjunto de formas gestuais utilizada por deficientes auditivos para a comunicação entre eles e outras pessoas, sejam elas surdas ou ouvintes.

Cada país tem a sua própria estrutura de linguagem, que pode variar inclusive de região para região, dependendo da cultura do local e das expressões e regionalismos utilizados na linguagem comum.

A língua brasileira de sinais não simboliza, portanto, a simples gestualização da língua portuguesa. Ela é formada por diferentes níveis linguísticos (sintaxe, semântica, morfologia, etc). A principal diferença está na modalidade de articulação, que é visual-espacial.

Para se comunicar utilizando a língua brasileira de sinais, além de conhecer os sinais, é preciso também conhecer as estruturas gramaticais para combinar as frases e estabelecer a comunicação de forma correta.

No Brasil, a língua brasileira de sinais foi estabelecida através da Lei nº 10.436/2002, como a língua oficial das pessoas surdas.

A história da nossa língua de sinais se mistura com a história dos surdos no Brasil. Até o século XV os surdos eram mundialmente considerados como ineducáveis. A partir do século XVI, com mudanças nessa visão acontecendo na Europa, essa ideia foi sendo deixada de lado. Desde então, muitas foram as conquistas. Nos últimos anos não foram poucas as leis e recomendações que buscaram regulamentar aspectos da língua de sinais para propagar o seu uso e garantir direitos à comunidade surda.

Mesmo com todos os avanços, a Libras ainda é pouco conhecida e usada entre os ouvintes. Seu status de língua oficial não é validado na prática. Para mudar essa realidade precisamos tratar a Língua Brasileira de Sinais como realmente nossa, defendendo-a e procurando aprender mais sobre ela.


As diferentes linguagens além da fala

Comunicação e Linguagem são diferentes, mas uma precisa da outra. O Dicionário define a linguagem como um sistema de comunicação composto de um grupo de símbolos escritos e sonoros que as pessoas de uma região ou país usam para escrever ou falar. Por outro lado, enviar e receber mensagens, seja por métodos verbais ou não verbais, equivale à comunicação. Durante a comunicação, as pessoas trocam informações ou mensagens por vários meios. Estas podem ser verbalmente, ações não-verbais, representações gráficas e escritas como mapas, gráficos, desenhos ou infográficos, ou através de sinais e sinais. A linguagem, diferentemente, desempenha um papel essencial no processo de comunicação. Pessoas em todo o mundo usam uma linguagem específica para se comunicar, exibindo o fato de que linguagem e comunicação estão interligadas, razão pela qual algumas pessoas não conseguem ver a diferença entre as duas. Para que a comunicação ocorra, deve haver alguém para enviar e outro para receber uma mensagem em particular. O emissor, assim como o receptor, deve interpretar a mensagem para extrair seu significado. As mensagens são transmitidas de um lado para o outro por meio de feedback. O feedback pode ser através de palavras ou através de ações não verbais, como gestos entre outros.


Reuso - a cultura do descartável

Os plásticos podem permanecer por até 450 anos, liberando toxinas no meio ambiente e decompondo-se em pedaços menores (microplásticos) que poluem nossos oceanos e prejudicam as aves e a vida marinha. A cultura do descartável e a epidemia de resíduos plásticos estão destruindo os oceanos do mundo e encontrando seu caminho de volta para nós através da cadeia alimentar. É necessário uma mudança e transformação dos hábitos de consumo para poder começar o máximo possível a diminuir o impacto negativo em nosso planeta. A contribuição pessoal de cada um para reduzir a quantidade de itens em embalagens plásticas, buscando opções biodegradáveis ​​e compostáveis, ou simplesmente sem embalagens, além de substituições duráveis ​​e recicláveis, como vidro e inox. É importante adotar os 5 R's: Recusar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Repensar sendo usado como um guia sobre a melhor maneira de diminuir nossa contribuição para o epidemia de plástico.


A legalidade da ilegalidade

Em um país marcado pelas desigualdades e concentração de renda com o Brasil somado a exploração sistemática em relação a carga tributária é “normal” criarmos uma cultura de tomar vantagem em certas circunstâncias, usamos como fundamento para se eximir da culpa o termo “ todo mundo quer levar vantagem, por que eu não levaria?” Um diálogo sobre a aculturação da corrupção brasileira e a nossa responsabilidade ética e moral para fazer o que é certo.


A marca que marca - trabalho escravo em confecções

O que você faria se naquela roupa de marca tão desejada você encontrasse um pedido de socorro? Foi assim que uma inglesa de 25 anos descobriu que o vestido tão almejado e caro que ela acabava de adquirir era um produto feito por um trabalhador análogo a um escravo. O tema em questão vai dialogar com as marcas que o trabalho escravo atual está construindo principalmente nos grandes centros globais como São Paulo.


Hidroponia - plantas sem solo

Trata-se de uma forma de cultivar vegetais em meio aquosos, oferecendo todos os nutrientes  necessários para um desenvolvimento normal. Estes vegetais já são comumente vistos nas prateleiras dos supermercados como alface, rúcula, tomate e outros. O interessante desta pesquisa é compreender o tempo para o amadurecimento e crescimento destas plantas em pequenas áreas e que os mesmo ficam menos suscetíveis ao ataque de pragas.


Indústria do veneno (agrotóxicos)

2019 começando com um tema muito importante para a nossa vida. A PL do veneno visa liberar ainda mais a utilização desse tipo de substâncias na nossa alimentação e esse trabalho tem como objetivo relacionar os impactos que essa PL poderá acarretar no nosso dia a dia.

 

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Última modificação em Qua, 03 de Abril de 2019 12:02

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